terça-feira, 21 de agosto de 2012

Porque onde quer que eu vá acontecem sempre coisas que só a mim

E no Rio de Janeiro não é excepção.
Desta feita, chego aflitinha para uma necessidade fisiológica, no estado líquido, ao hotel e tenho de suportar o cadastrooooooo.
Mas Sr., há uma semana atrás preenchi uma fichinha igual...
Ah sim, mas preencha, se faz favor.
Mas já deve ter aí o meu cadastro...
Sim, mas é preciso preencher outra vez.
Mas, a informação é a mesma... e se já preenchi....
Não, não... uma fichinha por cada entrada no hotel. E não salte campos, preciso de toda a informação!
Pronto, rendo-me. Vá-se lá entender... Se calhar de cada vez que fizer check in no hotel posso ter mudado a data de nascimento, ou quiçá, o número do passaporte...
Logo de seguida penso que se não tivesse reclamado, já estaria no quarto e portanto mudo para uma postura de calada-muda.
Ah 6ºandar!! Já só penso em caminha...
Mas eis que o dia dificil resolve não dar tréguas e portanto temos um cartão que não abre a porta. Raios!
Espera elevador, desce, espera elevador, sobe.
Sim, porque hoje ainda não estive em filas o tempo suficiente...
Ah que bom! abriu! é agora!
Mas não, ainda não chegou de peripécias e portanto a alvanca da porta não tranca!
Sr., daqui quarto meia-zero-meia... e a alavanca não fica na vertical...

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